terça-feira, 15 de janeiro de 2008

A lua

Há... Se a lua fala-se.

Se ela fala-se para ti quantas vezes eu disse a ela o tamanho da importância que você tem sobre mim.

Se ela fala-se para ti quantas vezes eu pedi a ela para brilhar um pouco mais, para que ela chama-se a sua atenção, para nós dois olharmos para ela e lembrar-nos dos nossos momentos lindos.

Há... Se a lua fala-se.

Se ela fala-se para ti quantas vezes eu disse a ela o tamanho do meu amor.

Se ela te chama-se, e lembra-se a ti todas as vezes que olho para ela, e penso em voc

Se ela fala-se para ti que eu disse varias vezes a ela, o quanto é agradável olhar o seu próprio brilho e lembrar-se dos momentos em que eu e você, a elogiamos juntos.

Há... Se a lua fala-se.

Se a lua fala-se para mim os teus segredos.

Se a lua me revela-se os segredos que você conta a ela.

Se a lua me conta-se: se é verdade que você me ama?

Eu perguntei a ela, mas ela não conseguiu me responder.

Eu perguntei mais uma vez.

E ela falou assim: que não tem motivos para desconfiar.

Eu concordei, mas quem sou eu para mandar nas perguntas insaciáveis do meu coração?

Quem sou eu?

Mas ela sabe o quanto nós nos amamos...

Ela me disse.

Ela me disse que é lindo, lindo a maneira de como os nossos corações se encaixaram perfeitamente.

Ela disse para mim que o nosso amor é como o vento, você não pode ver, mas pode sentir. “Como uma tempestade de ventos fortes”.

E quem melhor que a lua para conhecer o vento?

Não há.

Hum... Pensando bem.

Se a lua fala-se, não ia ter mais graça, eu chegar até você e dizer o quanto eu te amo.

(Ingrid Zamai Ferreira)

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